Brasília, 10 de Março de 2010
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Tsunami de violência
Na semana em que nós cariocas, deveríamos estar comemorando os 445 anos do Rio de Janeiro, estamos perplexos com o tsunami de violência e terror imposto pela bandidagem pelas ruas da cidade. Cenas de total crueldade, como um ônibus incendiado com passageiros sendo queimados vivos na Cidade de Deus, que, aliás, está ocupada pela polícia pacificadora, que não conseguiu evitar a tragédia. Arrastão na Linha Amarela em plena luz do dia. Assassinato de passageiro que se recusou a fechar a janela do ônibus em Botafogo. Intenso tiroteio na Avenida Brasil com homens armados correndo entre os carros na hora do rush. Oh! Deus! Proteja-nos. Até quando ficaremos trancafiados em casa esperando uma solução contra todas essas barbáries? Enquanto os nossos governantes estão preocupados em ajudar as vitimas dos terremotos no Haiti e no Chile, nós continuamos soterrados nos escombros da violência sem esperança de sermos resgatados com vida.
Deborah Farah
Rio de Janeiro



Mandado de Intimidação
Recebi por meio postal um MANDADO DE INTIMAÇÃO, expedido pelo TJDFT, me obrigando a participar de um tribunal de júri no Paranoá, DF. No tal mandado, ficam explícitas as ameaças e consequências caso eu não possa comparecer, com a citação de dezenas de artigos de leis que serão aplicadas como punição na minha ausência. NINGUÉM perguntou se eu posso comparecer ao tal júri. NINGUÉM perguntou se eu gostaria de comparecer ao tal júri. Estou bastante constrangido com tal situação. É um total desrespeito com a vontade do cidadão, pois não quero participar de tal convocação. A quem recorrer? Não tenho respeito por estas instituições arbitrárias, e sim MEDO do que eles possivelmente podem fazer contra o cidadão honesto, pois a bandidagem e os corruptos continuam soltos, e o cidadão honesto é quem é ameaçado constantemente, inclusive pelas instituições oficiais.
Paulo Fernando Gobbato
Brasilia - DF



Idoso vítima de atentado aos seus direitos pelo INSS
O INSS me aposentou por Tempo de Contribuição a partir de 07/12/2005 (segundo o INSS esse é o BID), e só começou a me pagar a partir de 08/05/2007 (segundo o INSS este é o DIB) data em que eu comecei receber a aposentadoria. O INSS não me explicou porque eu fico aposentado sem receber 18 meses após aposentado. Procurei o INSS que não me fez compreender porque eu estive aposentado 18 meses sem receber. Penso que esse dinheiro foi para o bolso de alguém, ou que o INSS não tem contabilidade, ou que o INSS não um órgão sério, ou que o INSS não tem chefe e qualquer funcionário por não gostar de mim porque eu exijo os direitos que eu paguei por eles, toma qualquer decisão acima da lei e do direito para me prejudicar e não tem chefe. Se desejar saber mais porque o INSS me prejudica, escreva para saibamais84@gmail.com que lhe envio Toda história da minha peregrinação na concessão da aposentadoria que: se eu não fosse um "excluído" teria direito automático. - Veja meu Orkut - Idoso [- Vítima do INSS "Natal" -]
Edson Fernandes
Natal RN



Negligência dos hospitais particulares de Brasíla e a inércia do governo
Gostaria que publicassem a infeliz e trágica experiência que minha família teve recentemente com um hospital particular de Brasília que é extremamente negligente, segue abaixo o relato: Minha avó, que era sócia do plano de saúde da Unimed há anos, teve um AVC na noite de sexta-feira dia 15/01/2010. Foi levada às pressas pela família ao pronto socorro do Hospital da Unimed por ser o único local que a Unimed permite esse tipo de atendimento emergencial. Os atendentes de plantão nem sequer ajudaram a tirá-la do carro, demoraram 2 horas para atendê-la, sendo que o hospital estava vazio, não havia muitas pessoas para serem atendidas naquela oportunidade. O procedimento certo seria assisti-la imediatamente, tirar uma tomografia e fazer uma cirurgia para drenar o sangue que estava vazando na cabeça, porem não fizeram nada disso, eles disseram que o único procedimento seria dar medicação para que a pressão dela baixasse. Os plantonistas se limitaram apenas a prescrever uma droga intravenosa ministrada na enfermaria do hospital. Nenhum exame de imagem foi solicitado... depois de muita insistência da família decidiram fazer uma tomografia, aconteceu que o aparelho do hospital não estava funcionando, sendo assim a levaram para fazer esse exame em outra clinica, fora do hospital, O que é um absurdo um hospital do porte do Hospital da Unimed não ter um aparelho de tomografia??!! A ambulância que transportou a paciente até essa clínica demorou também 1 hora para chegar ao hospital. Onde já se viu um hospital que não tem uma ambulância de plantão? Nessa clínica os atendentes não queriam liberar o resultado do exame, disseram que só ficaria pronto no dia seguinte às 4hs da tarde, isso eram 4 hs da madrugada, ou seja, 12 horas depois, sendo que era um exame de emergência..... A paramédica, depois de olhar a imagem da tomografia, pediu que o motorista da ambulância levasse urgente a paciente para um anexo do Hospital da Unimed, designado como Hospital Planalto, aonde ela chegou sem nenhuma documentação, sem prontuário, sem exames, como se fosse uma indigente, simplesmente a largaram la e foram embora. E os médicos do Hospital Planalto não aceitaram interná-la assim, lógico. Depois de uma discussão dos familiares com os atendentes da clinica, deixaram que levassem o filme da tomografia sem o laudo médico para o Hospital Planalto. Chegando lá, internaram na UTI. Não havia um neurologista de plantão, nem um cirurgião, nada... A família foi orientada por neurocirurgiões de fora do hospital, onde eles diziam que ela precisava fazer uma cirurgia de emergência e o hospital não atendia, dizendo que só poderiam baixar a pressão dela. Um médico de plantão chegou a dizer para a família que ela já estava com morte encefálica. Depois de a família implorar, o médico do hospital aceitou falar ao telefone com o neurocirurgião que estava orientando a família de fora do hospital onde ele disse que precisava ser feito o procedimento da cirurgia do dreno, sendo assim o hospital começou a providenciar um neurologista, isso já eram 6 h da manhã. O neurologista do hospital não poderia comparecer sabe-se lá o porquê, conseguiram localizar um outro médico credenciado da Unimed, que chegou ao hospital 10 h da manhã, e começou a operar a paciente ao meio dia, sendo que antes disso ela teve uma parada cardíaca mas conseguiram reanimá-la. Ela já estava entubada, respirando por aparelhos, mas esse segundo médico disse que ela não estava com morte encefálica ainda. Minha reclamação reflete em torno da falta de respeito com o paciente e seus familiares, pela demora de atendimento e pro - atividade, pelo descaso com o paciente, pela falta de preparação do hospital e mais ainda pela insensibilidade dos médicos que davam pareceres superficiais e equivocados, e que diziam que como ela já tinha 82 anos ela já havia vivido muito e que não precisava mais viver.... por um acaso eles são Deuses para dizer o quanto uma pessoa merece viver? A verdade ficou evidente, eles brincam de escolher quem eles querem ajudar, se divertem com a desgraça dos outros, eles decidam quando praticarão o bem, se é que eles sabem o que isso significa. A família se sentiu totalmente desamparada, abandonada pelo plano de saúde, hospital e tudo mais, sendo que quando se vai fechar contrato com o plano de saúde as promessas de bom atendimento são admiráveis e no momento em que o cliente precisa de verdade é extremamente falha, o bom atendimento simplesmente não existe, deixando muito a desejar. Resultado: minha avó veio a falecer e pode ser que se ela tivesse sido atendida com mais humanidade, agilidade e boa vontade, ela talvez teria uma chance de sobreviver. Gostaria que notificassem o hospital, o plano de saúde e os médicos que estavam no momento, para que essa indecência acabe de uma vez por todas, isso é uma vergonha social. Será preciso quantas mil pessoas morrer ainda para que esse desprezo acabe? Imaginemos quantos milhares de pessoas já se foram por conta dessa falta de respeito com o próximo. UM ABSURDO SEM IGUAL. Neste caso, a vergonha, a humilhação, a falta de compromisso profissional, que envolve todas as preocupações de uma emergência, juntamente com familiares, são simplesmente negligenciadas por pessoas de profissionalismo duvidoso, motivo pelo qual exponho estas reclamações para que as mesmas sejam conhecidas, para que nenhum outro incauto sofra os mesmos constrangimentos e para que medidas corretivas sejam tomadas. Declaro que a Unimed não faz a mínima idéia do que seja ética profissional!!!
Patricia Andrade
Brasília - DF



O isopor do Lula
O que será que o presidente Lula carregava dentro do isopor que levava na cabeça durante suas férias em Salvador? Cerveja? Carnes para churrasquinho? O resto da ceia do reveillon? Sinceramente fiquei preocupada, pois não acreditei no que vi. Ser popular é uma coisa, apelar para o populismo é outra. Todos sabemos que o presidente de um país vive rodeado de seguranças e serviçais dia e noite, então não haveria necessidade de se expor dessa forma. Tenho a certeza que a população de miseráveis que acreditam e votam no Lula, também ficaram atônitos, pois para os que torcem por um futuro melhor, com mais emprego e dinheiro, e se depara com um presidente carregando um isopor rumo a praia, com certeza se decepciona. Não tenho nada contra os banhistas que levam seus isopores para as areias das praias, pois entendo as difícies necessidades financeiras dos cidadãos de baixa renda, que já sobrevive com míseros trocados, mas não concordo com o nosso tão famoso e idolatrado presidente Lula também aderir a síndrome do isopor. Me poupe!
Deborah Farah
Rio de Janeiro

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